Crítica do Filme: Aladdin

Um jovem humilde descobre uma lâmpada mágica, com um gênio que pode lhe conceder desejos. Agora o rapaz quer conquistar a moça por quem se apaixonou, mas o que ele não sabe é que a jovem é uma princesa que está prestes a se noivar. Agora, com a ajuda do gênio, ele tenta se passar por um príncipe para conquistar o amor da moça e a confiança de seu pai.

Um filme antigo, usando assuntos atuais. O poder da liberdade. O poder feminino. O direito de lutar. 


Apesar desse ser um dos meus filmes favoritos da Disney, nunca foi pelo Aladdin (Mena Massoud), mas sim por conta da princesa Jasmine (Naomi Scott) e do local em questão: a cidade fictícia de Agrabah.  

A Disney segue transformando suas animações em versões live-action, sem deixar de nos mostrar as lembranças, deixando mais viva as vibrantes cores e os personagens tão marcantes. 

Apesar do filme ser dirigido por um Diretor muito bom,  Guy Ritchie, vemos os tropeços em relação aos efeitos especiais usados no gênio (Wil Smith), porém, Aladdin diverte mais do que falha. 

Há uma apresentação melhor trabalhada no live-action, tanto Jasmine quanto Jafar (Marwan Kenzari) pesam suas decisões em relação ao trono. O lado de Jasmine, querendo o poder do trono não é mostrado no desenho, apenas é deixado claro que ela tem uma voz, e que sabe o que quer seguir e ser. O filme acaba ampliando esse assunto e dando um ar mais empoderado, nos mostrando uma Jasmine mais centrada, mas, sem tirar o fato de que ela também pode se apaixonar.


Os atores são muito bons no que fazem. Não poderiam ter encontrado um Aladdin melhor. Obviamente, como já devem ter visto, nosso Aladdin não tem o mesmo charme ou sai por ai mostrando a barriga, porém a agilidade do ator funciona muito bem para o papel.

Will desempenha muito bem seu papel sendo o gênio, quando não usado os efeitos especias, ele fica 100% melhor. Apesar de ser um papel diferente para Will, muitas vezes o vi como no seriado "Um Maluco no Pedaço". Muitos podem ver como algo ruim, mas eu até que gostei.

Para o pessoal que ficou triste pelos animais não falarem, pode acreditar que foi a melhor decisão. Isso não tirou a graça ou a magia de poder ver um dos filmes mais assistidos da Disney. Além das cenas serem muito bem produzidas, o ápice do filme é a parte em que o Gênio e Aladdin chegam em Agrabah e a música "Prince Ali" começa. 

Angela Rocha

2 comentários:

  1. Sinceramente fiquei decepcionado com duas coisas:
    O encontro rápido do casal (Dá uma impressão que ambos não teve espaço para criar uma independência um do outro) e tbm com o Iago.
    O papagaio é a comédia sarcástica da animação, e no filme virou apenas um assistente de vilão. Mas apesar dessas críticas, em resumo, gostei. Principalmente das músicas, do Will (ele é foda) e da diversão que a live-action passa!

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